Posts com Tag ‘Jim Carrey’

Olá amigos.

Primeiramente desejo parabéns pra minha amiga Kalyua que desde ontem carrega um aninho a mais nas costas. Saúde, felicidades e sucesso pra você. O jantar de ontem esteve otimo, o papo agradavel assim como todos os convidados presentes. Devemos reunir essa galerinha toda semana.

No pós Jantar (hehehe), decidimos ir na casa de outro amigo onde passamos a madrugada Jogando conversa fora e PS2. Grandes jogos.

Hoje digamos que foi um grande dia. Cinema em casa.

Dois filmes:

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“Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” e “O Setimo Selo”.

Primeiro um classico contemporâneo: Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Do diretor Michel Gondry que conta com surpreendentes performances dos atores Jim Carrey e Kate Winslet. Provavelmente foi a melhor interpretação do Sr. Carrey em toda sua carreira até o momento. Conta ainda com as participações de Kirsten Dunst, Elijah Wood e Mark Ruffalo que mesmo em papeis menores exploram bem seus personagens sendo importantes para a trama.

O filme começa quando Joel Barish  acorda com um humor diferente e, ao invés de ir para o trabalho, resolve tirar o dia para dedicar-se a passear numa praia (num dia gelado). Lá, ele acaba cruzando com a excêntrica Clementine (Kate Winslet) e, apesar da timidez de Joel tentar boicotar qualquer tentativa de conversa, eles acabam se envolvendo num encontro que torna-se mágico sem sair da esfera da realidade. O filme corta para o final do relacionamento, que acaba numa nota tão amarga que Clementine procura o consultório da Lacuna (com cara de clandestino), para apagarJoel da memória e, assim, começar do zero. Acidentalmente, Joel descobre e, com os sentimentos feridos, resolve apagá-la da memória, praticamente por despeito.

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 A sensação passada por “Brilho eterno…” é a de alguém que, para consolá-lo, simplesmente colocou a cabeça sobre seu ombro, sem ter que dizer nada.

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Continuando com um classico Cult: O Setimo Selo.De Ingman Bergman.
Falar de um filme de Ingman Bergman é dificil. Isto não por que o filme seja ruim, ao contrario, o filme é magnánimo. O problema é que graças a aura de gênio criada para o Sr. Bergman, muitos mesmo o citam sem ter assistido essa magnifica obra. O qué é um erro. Este filme de 1956 deve fazer parte dos filmes imperdiveis de todas as pessoas.

O filme conta a historia de Antonius Block (Max Von Sydow), cavaleiro que retorna das Cruzadas e encontra sua vila destruída pela doença. A Morte aparece para levá-lo, mas Block se recusa a morrer sem ter entendido o sentido da vida. O cavaleiro faz um trato com ela. Enquanto conseguir contê-la numa partida de xadrez, sua vida será poupada.

A idéia do cavaleiro jogando xadrez com a morte foi citada em tantos filmes que se tornou uma referência cinematográfica básica.

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Uma coisa marcante na historia é a busca do cavaleiro por Deus, talvez um sentido ou respostas a vida (ele não sabe que a resposta pra tudo é 42). No decorrer do filme ele procura até o diabo, pensando que este pode ter as respostas que ele procura ja que deveria conhecer Deus.

No filme ainda encontramos ainda a história de uma trupe de andarilhos que posteriormente acabam se encontrando com o cavaleiro e sendo escoltados por este. Um detalhe interessante é que inicialmente o andarilho que acorda primeiro tem uma visão da “Virgem e do menino Jesús” e conta para sua esposa que não acredita. Posteriormente o o cavaleiro parece encantado ao vislumbrar a esposa do andarilho e seu filho e decide escolta-los.

Seria está uma alusão a sagrada familia (José, Maria e Jesus)?

Enfim….Estes dois filmes fazem parte de minha lista de filmes que não podemos morrer sem assistir.

Até a proxima.

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